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Experiências Pessoais e Íntimas: amores, dúvidas, ânsias, delírios, desejos, medo e paixões.
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Quinta-feira, Outubro 25, 2007
O gosto amargo da derrota.
posted by ELOISA HENRIQUE CILLI
9:09 AM
Quinta-feira, Agosto 23, 2007
FAÇAMOS UM BRINDE!!!
posted by ELOISA HENRIQUE CILLI
9:58 AM
Sábado, Julho 01, 2006
Incrédula.
Super chateada.
O Brasil acabou de perder o Hexa.
posted by ELOISA HENRIQUE CILLI
6:02 PM
Segunda-feira, Janeiro 30, 2006
SENSAÇÕES
Dia de show do Kid, é um desses dias raros e felizes em que nada pode sair errado, em que nada ouse sair errado.
Saio de casa vestida de amarelo ou de festa, de verde ou de felicidade, de vermelho ou mesmo de branco, para tranqüilizar a consciência. Quando estou cansada peço ajuda ao vento e ele me leva. No caminho, começo a pensar nas musicas que vão rolar no show, sempre faço delas um propósito para viver melhor e sem preocupações.
Na primeira fila, vou recostar os braços na grade, apoiar o queixo e refletir sobre tudo o que fiz, falei, escrevi, nesses anos de paixão pelo Bruno, Paula e George.
Começa o show!
Noite ou dia? Ignorava. Não interessava mais. Nenhuma importância. Não fazia diferença.
A Paula com aquele olhar de garota faz quase parar o tempo quando canta a minha canção favorita, parece estar iluminada por um sol esplendoroso. Ela é admirável, otimista sempre, com orgulho do que faz porque faz bem.
Vou ficar aqui, sentindo a felicidade de ver as músicas e os músicos desfilarem e estar presente em todas elas, uma a uma...
Os minutos vão passando e a Paula não partiu de repente, não desapareceu por encanto. Foi aos poucos.
Na certeza de emitir um relatório (esse) que me prove ter valido a pena preferi não me despedir ainda e ficar mais um pouco, recostada na grade. Talvez seja hora de voltar para dentro de mim.
Eloísa Cilli (30/01/2006)
REPETECO - Com grande prazer, texto publicado no site oficial: www.kidabelha.com.br na seção Fórum do mês de janeiro.
posted by ELOISA HENRIQUE CILLI
9:38 PM
Sexta-feira, Janeiro 20, 2006
Compre um Lápis
Outro dia no trabalho, precisei de uma caneta, não encontrei nenhuma.
Na última gaveta bem no fundo eu achei um lápis sem ponta.
Peguei aquele lápis sem pensar em nada afinal a coisa mais normal do mundo é um lápis.
Engano.
Procurei um apontador e fui até o lixo.
Comecei apontar aquele lápis quando de repente meu passado ventou em minha mente, assim como um sopro, delicadas lembranças me deram conta de como é valoroso apontar um lápis e deixar a sujeirinha cair naquele lixo sempre redondo que fica embaixo de uma mesa ou no canto de uma sala.
Meu Deus, quantas vezes eu fiz isso quando estava na escola, no primeiro grau. Como aquele lixo era disputado pelos colegas de classe, quanta conversinha secreta rolou ali bem baixinho enquanto o lápis ia diminuindo e o tempo passando.
A ponta grossa era sempre pretexto para ir lá. Uns dos momentos mais esperados da sala de aula.
Às vezes enrolava tanto pra sair, e, encostada na parede via em minha frente a turma toda; aquela bagunça ou aquele silêncio e concentração. Ao lado estava a professora geralmente na lousa. Literalmente, era o momento em que me sentia mais próxima dela.
Parecia que aquele lápis me dava todo o poder do mundo, me sentia grande diante daquele mero lixo e ao mesmo tempo aquilo me relaxava. Uma espécie de sentimento misto.
Entre uma lição e outra eu sempre procurava sentir aquela sensação novamente. Quantos encontros eu tive ali, intrigas, amizades. Quantas vezes a professora proibiu o lixo por estar congestionado, quantas vezes aquilo me deu paz no meio de uma prova.
Quanto tempo eu não fazia isso!
Sentimental pelo que acabara de acontecer, voltei pra casa e comecei a refletir sobre a pureza que há mais de 10 anos não sentia.
Talvez, naquele tempo não entendia o porquê dos lápis se gastarem.
Hoje. Hoje, eu sei o que isso significa, sei porque sua vida é curta. O prazer que causa quando o matamos é porque sempre depois tem outro lápis à sua espera, daqueles bem grandes, pra ir degustando aos poucos. Vivendo, sonhando.
Muitas pessoas ainda não conseguiram chegar a esse sentimento, principalmente nos últimos anos, tempos modernos. Usam sempre em sua escrivaninha uma lapiseira incrementada, chique, bonita. Valiosa? Pelo contrário, sem valor algum.
Qual é a graça de ir em uma papelaria comprar um grafite?
Se pudesse excluiria do mercado todo o tipo de lapiseira que existe; quero despertar a vontade de todo mundo a ter sempre um humilde lápis se decompondo sobre um lixo mais humilde ainda.
A sensação é única.
Eloisa Cilli (20/01/2006)
Escrevendo pouco ultimamente mas pensando muito.
posted by ELOISA HENRIQUE CILLI
7:46 PM
Segunda-feira, Dezembro 12, 2005
Discografia Íntima - Kid Abelha
O primeiro disco encontrei nas coisas da mamãe, achei engraçado aquele nome.
O segundo, papai comprou porque tava fazendo sucesso e ele gostava da música "Na rua, na chuva...".
O terceiro foi um presente de dia das crianças (estranho, criança não entende de música boa).
O quarto, o quinto, o sexto etc e tal...foi uma procura intensa e cansativa pelas lojas da cidade. Naquela época não se comprava pela internet.
O penúltimo é especial, meu primeiro disco autografado.
O último, uma delicada lembrança que eu trouxe de um programa de TV, depois de participar de um duelo de fanáticos.
Qual será a história dos discos que estão por vir? Com certeza, emocionante.
Valeu KID, te amo prá sempre.
Eloisa Cilli
Com grande prazer, texto publicado no site oficial: www.kidabelha.com.br na seção Fórum do mês de novembro.
posted by ELOISA HENRIQUE CILLI
3:56 PM
Sexta-feira, Julho 15, 2005
EU VOU. EU VOU. PRO FANÁTICO AGORA EU VOU.
PARARATIMBUM. PARARATIMBUM.
EU VOU. EU VOU.
EU VOU. EU VOU. EU VOU...
posted by ELOISA HENRIQUE CILLI
1:06 AM
Quinta-feira, Abril 21, 2005
19 anos
Lembro quando ia à missa e não podia comungar
Lembro que era dia de eleição e não podia votar
Lembro que no carro, sentada no colo do papai, não podia dirigir
Lembro que faltava muito tempo para tudo isso acontecer
Lembro que recebia os documentos e não podia assinar
Lembro quando ia ao cinema e não podia entrar
Lembro que via os absorventes nas coisas da mamãe e não precisava usar
Lembro que esses dias estavam muito longe para chegar
Lembro que não podia namorar, preferia brincar
Lembro que não podia beijar, preferia abraçar
Lembro que não podia ir, preferia ficar
Lembro que não podia ficar, tinha que dormir
Lembro que o tempo parecia parar
Entendo que ele insiste em voar.
Eloísa Cilli (21/04/2005)
posted by ELOISA HENRIQUE CILLI
10:31 AM
Sábado, Janeiro 08, 2005
Os sonhos morrem em poucas palavras
Existe tristeza por trás do riso.
Estou no chão. Como poucas palavras podem mudar a vida, destruir as utopias e os sonhos.
O castelo já estava quase pronto, era grande, com coisas belas, pessoas bacanas e felizes. Apostei nossas vidas, e, destruíram o meu castelo!
De repente tudo ficou tão cinza, triste..e eu fiquei mal como quem perde uma grande paixão.
Estou no fim da estrada e de longe olho para o pouco que restou, não sei se dá pra voltar e começar de novo, além de longe e difícil, é tudo muito imprevisível; e pensar que ele já estava quase pronto, já era uma arte final, faltava apenas as bandeirinhas em cima das torres, pra todo mundo ver.
Será que a culpa foi minha? Ou será das palavras ou do preconceito?
Eu costumo sorrir demais e fingir que eu posso tudo, que sou a última a cair... mais lá no fundo, sempre que a noite chega e eu não tenho para quem fingir, eu choro em frente a televisão mantendo o silêncio pra ninguém ouvir.
Esse mundo é tão cruel, e todo mundo é mais que o mundo.
Quero e preciso lembrar dessa esperança que queima as mãos, e que passamos adiante de geração pra geração, os sonhos incomodam tanto.. preciso de alguém para me mostrar que a vida não é besta e sim bela, eu preciso de colo, carinho e força, muita força, para voltar a fingir.
Só quem foi marcado sabe bem.
EU QUERO O MEU CASTELO!!!
Não tenho mais nada pra te dar a não ser minha verdade, que os muros caiam, estou pronta para ir, abram todas as fronteiras; o que feriu a sua pele e me atingiu.
Eloisa Cilli-(levente inspirada em algumas canções)
posted by ELOISA HENRIQUE CILLI
2:15 PM
Domingo, Dezembro 12, 2004
Sobre a noite
A noite chora quando estou triste e me da de presente a lua reluzindo quando estou feliz.
A solidão às vezes me faz bem, me deixa legal por mais que isso pareça um paradoxo, minha sensibilidade aumenta quando o sol vai se pondo, meus pensamentos rodam instintivamente pelo mundo, minha sensatez vai embora, começa a voar.
Sobre a sombra uma expectativa aumenta à procura de uma nova paixão, e quando menos espero corro o risco de sempre, não consigo dizer NÃO; a estrela me atrai com seu brilho, mesmo sabendo da magoa que causa e dói, magoa essa que já senti, que faz sofrer.
A noite traz o vento pra me empurrar para coisas incertas, e eu me entrego para o perigo. Ela traz o frio que nem mesmo o mais puro calor da alma pode cobrir.
Engana-se quem acredita que penso na estrela quando faço planos, somente sinto prazer quando estou com ela e quando posso vê-la mesmo que seja de longe, acompanhada da constelação. A noite me faz sentir a magia junto com um gole de covardia... quando amanhece isso pesa nos sentimentos. Ela gosta de jogar e sem querer me traz o que no fundo eu sempre quis...
E volto a dormir com o sono e com o silêncio, outros mistérios dessa tal de noite.
Eloisa Cilli
posted by ELOISA HENRIQUE CILLI
8:38 PM

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